Um sistema de inventário — não um ERP. Cada item tem um saldo por localização e por lote, e cada alteração desse saldo é um movimento registrado, com motivo e responsável.
Três localizações, e o saldo de cada item em cada uma.
Nenhum número muda sem um movimento que diga por quê e por quem.
Quem conta estoque é interrompido, conta em pé, com o celular na mão. O sistema foi construído em cima disso — e não do relatório que sai no fim.
A contagem de uma localização é uma sessão: cada item conferido fica gravado com quem contou e quando. Dá para parar no meio, voltar noutro dia e continuar de onde ficou. Ao finalizar, os ajustes são aplicados de uma vez.
Registra o pedido ao fornecedor e, quando chega, receber cria o lote e dá entrada no estoque com o preço pago — o custo do item vem da compra, não de um campo digitado à parte.
Uma ordem de produção abre a lista de materiais do produto, consome os componentes do estoque de Produção e entrega o acabado em Produtos.
A sugestão de compra considera o mínimo de cada item, o lote mínimo do fornecedor, o múltiplo da embalagem e o prazo de entrega — em vez de apenas apontar o que está em falta.
Lote para matéria-prima comprada, número de série para o que é produzido. É opcional por item: quem não precisa não preenche, e o sistema continua a fechar as contas.
Cada pessoa recebe cada área da aplicação como sem acesso, ver ou editar. A verificação acontece a cada pedido — esconder um botão nunca impediu ninguém de chamar o que está por trás dele.
Entrar pede apenas o seu e-mail: você recebe um código de uso único e não precisa criar conta nem lembrar de mais uma senha.
O acesso é por convite. Se o seu e-mail ainda não estiver autorizado, fale com quem administra a conta.
Alguém contou o que atrapalhava o dia a dia, e a primeira versão foi ao ar cedo para ser usada e criticada. Se o seu problema é outro, o caminho é o mesmo.